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Alessandra Negrini fala sobre ser rainha do Baixo Augusta há 7 anos


‘Sensação de popstar’, disse a atriz

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Alessandra Negini, 48, volta às ruas de São Paulo neste Carnaval, puxando mais uma vez o tradicional bloco do Baixo Augusto. Esse é o sétimo ano consecutivo em que a atriz ocupa o cargo de rainha do festejo e compara a sensação a de um popstar ou astro do rock.

"Não tem nada igual. É algo único e nunca tinha vivido. Atravessar a multidão, subir no trio e ver aquele mar de gente cantando e dançando... É demais", afirmou ela ao Gshow. "Ano passado, foram mais de um milhão de pessoas. Dá muito frio na barriga! No teatro é outra energia. É o silêncio, a caixa escura... Totalmente diferente!".

A atriz, que está de férias da TV desde o fim de "Orgulho e Paixão" (Globo, 2018), afirma que curte festas de Carnaval desde criança e que recorda de todas as fantasias que já usou. "A oportunidade de usar fantasia é o mais legal e essa foi minha primeira paixão. Poder usar uma saia de ráfia, ser uma havaiana, um personagem qualquer". Paulistana, Negrini lembra que São Paulo já foi o túmulo do samba e comemora o crescimento do

Carnaval de rua da cidade, que deverá ter 600 blocos neste ano. No Baixo Augusta, passarão nomes como Fafá de Belém, Maria Rita, Emanuelle Araújo, Simoninha, Otto, Marcelo Bonfá, além do balé aéreo em guindastes.

Ao todo, a festa durará em torno de 12 horas, segundo a atriz, desde a arrumação de seu figurino, que começa ainda pela manhã, até o encerramento, previsto para às 21h. Para aguentar a maratona: barrinhas de cereal e muito isotônico para manter o corpo nutrido e hidratado, garante Negrini.

"É muito quente e bem cansativo. Por isso, me alimento bem e tento não sair da minha rotina de treinos. Vou à academia fazer aeróbico e musculação até quatro vezes na semana. Isso é para a vida, para a minha saúde", conta a atriz, lembrando que tenta controlar a ansiedade pré-desfile no exercício físico.

O bloco se apresenta neste domingo (24), a partir das 14h, na esquina da avenida Paulista com a rua da Consolação, no centro da capital paulista. "Dias antes do desfile dá uma ansiedade, é normal. Para mim, é como se fosse um jogo de final com o Corinthians. O coração bate forte, muito forte. Fico na tensão", afirma a atriz. cred:noticiasaominuto


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