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Justin Timberlake faz show 'certinho' e evita repetir polêmica de 2004


Desta vez, no US Bank Stadium, o astro foi mais comportado

O cantor Justin Timberlake foi a atração do show do intervalo do Super Bowl 52, neste domingo, em Minneapolis.

No entanto, diferentemente da apresentação que fez no Super Bowl 38, em fevereiro de 2004, o ex-líder da banda Nsync passou longe de polêmicas.

Na ocasião, Timberlake se apresentou ao lado de Janet Jackson, em performance marcada por um problema na roupa da cantora -o seio direito de Janet chegou a ser exposto na transmissão. O incidente gerou um grande debate moral entre o público norte-americano.

Desta vez, no US Bank Stadium, o astro foi mais comportado. No principal momento da apresentação, cantou acompanhado de um holograma de Prince - a imprensa norte-americana chegou a divulgar na véspera que a imagem havia sido vetada por familiares do cantor, morto em 2016.

Desta forma, Timberlake abriu o show ao som de Filthy e subiu ao palco ao lado de bailarinos interpretando "Rock your body". Em seguida, emendou trechos de outros sucessos, como "Señorita" e "Cry me a river".

"Coloquem os celulares para cima, Minneapolis. Vamos iluminar esta noite", pediu o astro enquanto se encaminhava para um piano. Ali, interpretou 'I Would Die 4U', acompanhado das imagens de Prince -não por coincidência, a música é uma das faixas do disco Purple Rain, lançando por Prince em 1984. Por fim, encerrou com o sucesso "Can't stop the feeling!".

No jogo, quem vinha dando show até então era o Philadelphia Eagles. Na decisão da temporada 2017 da NFL, o time chegou ao intervalo vencendo o New England Patriots por 22 a 12. Com informações da Folhapress.

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