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Estar rodeado pela natureza torna os adolescentes mais felizes


Esta é a conclusão de um estudo que levou 10 anos

Um estudo feito nos Estados Unidos, citado pela Reuters, relaciona a natureza com a depressão e prova que estar num ambiente natural contraria o estado depressivo. O estudo, que levou 10 anos e foi publicado em dezembro de 2017, teve como amostra um grupo de mais de 9 mil participantes, que em 1999 tinham entre 12 e 18 anos.

A reigão onde morava cada participante foi tida em conta para bem se analisar a densidade de natureza e proximidade a áreas verdes. A proximidade a lagos e outros espaços azuis foi também avaliada. O grupo de participantes respondeu, durante o período de estudo, a um questionário anual que refletia o seu estado depressivo.

Depois de terem cruzado os dados, os cientistas concluíram que 11,5% dos participantes apresentaram um estado depressivo elevado, que foi relacionado com o local em que viviam e assinalado como zona com maior nível de depressão. Dos dados obtidos concluiu-se ainda que os participantes com menores indícios de depressão moravam nas zonas onde o verde estava mais presente.

À presença da natureza foram tidos outros aspectos em conta, como fatores econômicos e familiares que influenciam mais fortemente a saúde mental dos jovens. Ainda assim, vale a pena ter em conta que “a natureza oferece a oportunidade de relaxar e aliviar-nos da fadiga mental”, como diz à Reuters um dos pesquisadores do estudo.

Outra vantagem prende-se com a tendência biológica que o ser humano tem de responder positivamente a ambientes naturais. Além de que estar envolto na natureza reduz o estresse, estimula a atividade física e melhora a interação social com quem mora na mesma zona.

A principal conclusão deste estudo é a necessidade de se incluir mais espaços verdes no planejamento das várias zonas citadinas, como meio de promover a saúde da comunidade. cred:noticiasaominuto

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